À medida que eu caminhava por aquele túnel, lembrava quanto tempo havia perdido no mesmo lugar, tentando criar raízes num solo onde nada mais crescia.
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Senti uma coisa tão boa, mas não conseguia descrever. Só sei que esse sentimento aumenta um milhão de vezes quando eu vejo voce.

Keenedy Vinicios (via um-louco-poeta)

(via 3-deagosto)


Texto postado em 2/06/2012 | 23 notes | (reblogue this!)

Demorei muito para acreditar na mais louca e cruel verdade: quem gosta de você vai te tratar bem. Quem gosta de você se importa, quer o melhor, te procura, te liga, te dá satisfação. Quem gosta quer estar junto. Quem gosta demonstra. Quem gosta faz planos. Quem gosta apresenta para a família e amigos. Quem gosta manda uma mensagem bobinha só pra dizer que ama. Quem gosta carrega uma foto sua dentro da carteira pra ver quando dá saudade. Quem gosta abraça na hora de dormir. Quem gosta dá um beijo de boa noite e de bom dia. Quem gosta aguenta suas reclamações, sua cólica infernal, suas manhas e manias.

Clarissa Corrêa (via ideiasaleatorias)

(Source: quesejadoce-sempre, via ideiasaleatorias)


Texto postado em 2/06/2012 | 1082 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 2/06/2012 | 1279 notes | (reblogue this!)

Para ter lábios atraentes, diga palavras doces. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas. Para ter o corpo esguio, divida sua comida com os famintos. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez ao dia. Para ter boa postura caminhe com a certeza de que nunca andará sozinha. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas. Lembre-se de que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos: uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo.

— Audrey Hepburn    (via caramelos-floridos)

(Source: embriagar-se, via desapegar-se)


Texto postado em 2/06/2012 | 2794 notes | (reblogue this!)

Não mereço uma pessoa que não sabe o que quer. Mereço certezas. Mereço que seja recíproco. Não quero alguém que me bajule o tempo todo. Não precisa abrir porta de carro, oferecer diamantes, pagar o jantar. Só precisa ser sincero. E real. E, principalmente, se entregar por inteiro. Porque não estou aqui para receber metade de nada.

— Clarissa Corrêa (via ideiasaleatorias)

(Source: embriagar-se, via ideiasaleatorias)


Texto postado em 2/06/2012 | 3034 notes | (reblogue this!)

Quem quer ficar, fica, nem precisa de pedidos, muito menos de alguém segurando a barra da calça (chorando e se arrastando pelo chão, na tentativa de impedir a fuga), suplicando amor e cuidado. Ele tinha razão, amor não se pede, se dá…

— Clarissa Corrêa (via medesejesorte)

(Source: clarissacorrea, via desapegar-se)


Texto postado em 1/06/2012 | 7154 notes | (reblogue this!)

Pensando bem em tudo o que a gente vê, vivencia, ouve e pensa, não existe uma pessoa certa para a gente. Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho! Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente está precisando das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor… A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira. A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas. Essa pessoa vai tirar seu sono. Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você. Vai estar o tempo todo pensando em você. A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa. Nada aqui é certo! O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo… E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: “Graças a Deus deu tudo certo”. Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito para a gente…

— Luis Fernando Veríssimo (via medesejesorte)

(Source: segredosdeumpoeta, via desapegar-se)


Texto postado em 1/06/2012 | 14164 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 1/06/2012 | 11263 notes | (reblogue this!)

Ele me falava que eu era tímida demais e eu falava que ele era descolado demais para falar comigo. E ele dizia que não se importava. Logo de cara ele soube de toda a minha vida. Contei do meu passado, do meu ex namorado babaca e ele me contou das gatinhas que estava pegando. Logo vi queera daqueles caras que não dá para se apaixonar. Então era do meu tipo: os babacas impossíveis que me largam na primeira oportunidade. Mas com ele seria diferente, eu tentaria resistir aos seus olhos castanhos e tenho certeza que ele não teria nenhuma dificuldade em resisitir a mim. Logo descobri que não seria tão fácil assim. Ele era o cafajeste com o sorriso mais lindo do mundo, com o cheiro amadeirado mais impregnante e com o melhor abraço do mundo. Eu contava dos caras, ria e comendo uma batata dizia ”Ele era babaca demais, não sabia nem o que era um életron.” E ele ria mais ainda de mim dizendo que eu era uma nerd sem fundamento e que saber o que era um életron não mudava a vida de ninguém. E bagunçava meu cabelo. E falava com aquela voz mansa que eu ia morrer solteira por escolher demais. Eu concordava. E riamos. E eu me apaixonava. E ele me contava das gatinhas e dizia ”Já tinha pegado 5 vezes, cansei do perfume dela.” E eu ria. Porque ele me dizia que o meu perfume era o melhor do mundo e que nunca iria se cansar. E eu alimentava. Acreditava. E passeavamos no parque e ele me comprava botões de flores. E ria da minha cara. Ele sabia que eu odiava flores e comprava para me provocar. E eu saia chateada e ele ia atrás de mim. E me puxava pra si e dizia ”Fica assim não gatinha, é brincadeira” e dava aquele sorriso. Aquele sorriso. E eu fazia qualquer coisa por aquele sorriso. E então eu me soltava e corria e ele ia atrás de mim. Como duas crianças, com algodão doce e balões. E aos domingos ele comprava sorvete e me acordava pra gente fazer uma maratona dos nossos filmes preferidos. Aqueles quais nós já sabiamos as falas. No fundo isso era apenas uma desculpa pra gente arrumar mais tempo pra ficar junto. E deitavamos no terraço e ele perguntava pra mim o que eu estava pesando e eu respondia ”Nada” e ele olhava pra mim e ria. Ele sabia que eu penso demais e que odeio ”nada”. Porque nada é pouco e ele sabe que não me contento com pouco e muito menos com nada. E por ele saber disso eu o amava cada vez mais. Eu por já saber a resposta não perguntava no que ele estava pensando. Ele estava pensando na Maria. Sua ex noiva. Como ele mesmo se refere ”a maior tristeza da sua vida”. O acontecimento que fez ele tentar se preencher de outras, cheias de vazios. De meias bocas, meias vidas, meios inteiros. Meias mulheres. E antes que eu pudesse terminar de pensar ele falou ”Obrigado por ter me adotado”, entrelaçou seus dedos nos meus e sorriu. Aquele sorriso. E tirou uma flor do bolso. Uma azaléia. E pela primeira vez eu soube que não era de próposito. E ele não riu. E foi daí que eu soube que tinha alguma coisa errada. Não estavamos mais falando das estrelas que viram buracos negros, nem das pessoas que passavam a baixo do terraço, nem do próximo sabor de sorvete que tomaríamos. Estavamos falando da sua doença terminal. A qual ele não havia me contado. Tentava argumentar que não queria que eu me aproximasse dele por pena. E deu aquele sorriso e me abraçou. E choravamos. Eu chorei por perder mais um pedaço de mim e ele chorou por me perder. Era a última semana de vida dele. Me agarrei contra o seu corpo como se aquilo fizesse toda a minha vitalidade passar para ele. Mas não foi isso que aconteceu. Aquele sorriso que eu tanto amava ao longo dos dias foi perdendo a força, o brilho, até que um dia se apagou. Em meio as coisas que ele deixara pra mim com o dizer “Pra você lembrar de mim, pequena” tinha algumas fotos, alguns bilhetes citando Los Hermanos e tinha uma carta que nunca tinha sido enviada com o meu nome. Não contive as lágrimas. Não pude. E abri a carta com dois parágrafos não muito elaborados e cheios de frases desconexas cheias de sentimentos. ”Eu não consegui contar a você” preenchia a maior parte das orações. Ou ”Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida” e ainda ”Você era a minha unica saída” e por último ”Ainda vamos correr por muitos parques com balões coloridos, pequena.” Enquanto eu idealizava a nossa vidinha, você vivia os últimos momentos da sua. Enquanto eu te desejava em segredo, não tive a capacidade de ver que você me desejava abertamente. ”I am you” dizia a última frase do segundo paragrafo. E eu joguei azaléias no seu túmulo e chorei pelo bem-me-quer que eu desperdicei.

— Luiza em ”Ana”, bem-me-quer (via o-que-vi-da-vida)

(via desapegar-se)


Texto postado em 1/06/2012 | 402 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 1/06/2012 | 7232 notes | (reblogue this!)
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